O PMDB do Rio Grande do Sul promoveu neste final de semana uma verdadeira maratona de debate político em Salvador do Sul. Com aproximadamente 16 horas de reunião – entre sábado e domingo –, os 33 coordenadores regionais do partido, deputados estaduais e federais, secretários de Governo e presidentes dos núcleos de apoio afinaram o debate para as eleições de 2010.
O deputado Eliseu Padilha lançou à base a reflexão sobre o papel do partido. Enfatizou que a partir da qualificação da militância por meio do projeto de Ensino a Distância (EAD) – que atualmente atinge 100 mil alunos em todo o Brasil – o partido se fortalece e se credencia para concorrer à presidência da República. Lembrou que essa é a posição da militância anunciada nos 23 congressos estaduais realizados por todo o País de abril até agora. “Temos a maior representação de deputados estaduais e federais, senadores, governadores, prefeitos e vereadores. Esses números provam que temos quadros e competência para um projeto maior de Poder”, assinalou Padilha.
Espírito Santo, Mato Grosso do Sule Minas Gerais debatem política no RS
A maratona política contou com a participação de três peemedebistas de outros estados brasileiros: o ex-senador de Minas Gerais, Ronan Tito, e os presidentes da FUG do Mato Grosso do Sul e do Espírito Santo, Esaqueu do Nascimento e Franscisco Donato, respectivamente.
Ronan Tito participou do painel Raio-X do PMDB do Brasil e do RS. Ele defendeu a candidatura do partido à presidência da República e incentivou a base a cobrar essa posição do comando nacional. Observou de forma positiva o debate travado pelos gaúchos e afirmou que a discussão fortalece o partido para o embate eleitoral. “Que bom se o PMDB dos outros estados seguisse esse exemplo”, salientou.
Esaqueu do Nascimento e Franscisco Donato destacaram o pioneirismo da seção gaúcha, usando como exemplo o projeto de Ensino a Distância lançado no Rio Grande do Sul e que hoje atinge 100 mil alunos em todo o País. “A qualificação era um sonho dentro do PMDB e o RS tornou o sonho em realidade”, justificou o matogrossense. O correligionário do Espírito Santo elogiou a atuação de Padilha na presidência da FUG que incentivou a formação política dentro da esfera partidária. “O capital político desta iniciativa é incalculável”, opinou.
Foto: Francisco Donato, presidente da FUG-ES